Grupo Seresco volta a aquecer o Natal com o projeto “Salários Solidários”

A empresa contribuiu com 4.000 Euros para as ONGs Re-food Portugal e Oxfam Intermón

A Seresco anunciou o fecho de mais um ano - durante o qual a empresa celebrou meio século de existência - com as doações feitas no âmbito do projecto Salários Solidários, na península ibérica, às ONGs Re-food Portugal e Oxfam Intermón no valor total de cerca de 4.000 Euros, resultante do programa “Salários Solidários”.

Para a Refood Portugal, o projeto da Seresco representou este ano uma comparticipação de 1.200 euros, entregue num momento simbólico que decorreu ontem no núcleo de abertura da Refood Portugal, de Nossa Senhora de Fátima e que envolveu alguns elementos da equipa da Seresco em Portugal. O projeto Salários Solidários consiste na entrega de um donativo a uma associação que atue em benefício da sociedade, por cada novo salário gerido na modalidade de outsourcing. Desta vez, o valor obtido foi respeitante a todos os salários geridos durante o ano de 2018 – valor que duplicou face a 2017!.

Todo e cada contributo conta. Este tem sido o lema da Seresco, que a leva ter sempre em mente ideias para colaborar com o mundo que a rodeia: com as pessoas e com o meio ambiente. A estratégia de responsabilidade social corporativa do Grupo Seresco – Salários Solidários –é um desses projetos que, lançado em 2014, hoje abrange as suas várias filiais e é implementada globalmente.

Elementos da equipa Seresco Portugal
Na foto: Hunter Halder, fundador e presidente da Refood Portugal, elementos da equipa Seresco Portugal liderada por Rita Mourinha, responsável nacional da marca, e ao centro um dos rostos emblemáticos do Núcleo de abertura da Refood de Nossa Senhora de Fatima, Justino Serrão.
Grupo Seresco volta a aquecer o Natal com o projeto “Salários Solidários”
De acordo com declarações de Rita Mourinha, responsável da Seresco em Portugal, “para uma empresa como a nossa, este tipo de ações permite associar o crescimento do negócio a aportações de responsabilidade social corporativa e converte-se numa maneira muito efetiva de impulsionar o desenvolvimento social permitindo-nos focar no que de melhor sabemos fazer, a nossa especialidade: o processamento salarial”.